domingo, 30 de setembro de 2012
PSOL NOS BAIRROS JP: Desempenho do PSOL
PSOL NOS BAIRROS JP: Desempenho do PSOL: Candidatura de Renan Palmeira busca consolidar o PSOL pela esquerda O presidente do PSOL na Paraíba, Fabiano Galdino, voltou a manifes...
Desempenho do PSOL
Candidatura de Renan Palmeira busca consolidar o PSOL pela
esquerda
O presidente do PSOL na Paraíba, Fabiano Galdino, voltou a
manifestar hoje pela manhã a opinião de que o PSOL crescerá na disputa majoritária da Capital, mas reconheceu
que esse crescimento talvez não
determine que o partido vá ao segundo turno. “Mesmo que não esteja no segundo
turno das eleições em João Pessoa, o PSOL deverá crescer em relação a outras
disputas”, comentou durante campanha de rua.
“Uma eventual chegada do PSOL ao segundo turno só ocorreria
dentro de uma dinâmica que a atual conjuntura não tem possibilidade até o
momento. Mas temos um debate, que pode ser decisivo, além de aumento de
acusações recíprocas entre esses ditos maiores”, disse.
Ao opinar sobre os adversários do PSOL, Galdino afirmou que os
candidatos Luciano Cartaxo, Cícero lucena, José Maranhão e Estela Bezerra estão
dentro de um mesmo espectro ideológico. “Essa eleição se a assemelha a tantas
outras vivenciadas na Paraíba, marcada pela fragilidade do debate profundo da
realidade e pelo poder das forças conservadoras, que cooptaram, nos últimos
oito anos, lideranças populares para oxigenar a direita no Estado”, disse.
“Com essa compreensão e cenários, o PSOL fez a opção de
apresentar à João Pessoa uma
candidatura jovem para, entre outros objetivos,
construir novos quadros
partidários e sociais”, afirmou.
“O eleitoral crescimento do PSOL não se desenhará dentro de
um marco temporal do calendário eleitoral. Acreditamos que o PSOL deverá
crescer eleitoralmente, quando compararmos o nosso desempenho nessas eleições
com o quadro de 2008. Naquela disputa, o primeiro candidato a prefeito de João
Pessoa, Marcos Dias, enfrentou nas urnas o candidato a reeleição Ricardo
Coutinho, que teve o apoio do PMDB e do próprio PT. Hoje, Renan Palmeira
cumprirá seu papel ”, assinalou.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
PSOL NOS BAIRROS JP: Bolsa Família do secretário
PSOL NOS BAIRROS JP: Bolsa Família do secretário: PSOL sugere que Agra afaste Urquiza da Transparência O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, comentou hoje à tarde as explicaç...
Bolsa Família do secretário
PSOL sugere que
Agra afaste Urquiza da Transparência
O presidente
estadual do PSOL, Fabiano Galdino, comentou hoje à tarde as explicações de
Alexandre Urquiza sobre o caso Bolsa Família da filha dele e sugeriu que o
prefeito de João Pessoa, Luciano Agra, afaste Urquiza da secretaria de
Transparência na prefeitura de João Pessoa. “O afastamento de Alexandre Urquiza
seria muito prudente, já que existe uma denúncia que o envolve de alguma forma
com o programa Bolsa Família”, pediu Galdino.
“Considero que as explicações de Urquiza são
incompletas e gera a necessidade de maiores detalhes. Por exemplo, se a filha
dele recebeu o cartão do Bolsa Família e não o utilizou, por que formalizou a
devolução?”, se questiona Galdino.
Para o presidente
do PSOL na Paraíba, o secretário Alexandre Urquiza busca apresentar elementos
para justificar a inscrição da filha no programa do Governo Federal. “Quando
afirma que sua filha Vanessa é mãe, não é casada e não possui renda, o
secretario Alexandre Urquisa parece dizer que ela corresponde aos
pré-requisitos para o programa Bolsa Familía. Com esse perfil, a filha de
Alexandre não teria salário e logo não poderia comprar um imóvel através do
programa Minha Casa, Minha Vida, mas poderia ser incluída no programa Bolsa
Família”, comentou.
Fabiano
Galdino também observou com estranheza a afirmação de Urquiza de que sua filha
entrou no programa mediante vaga. “Estranho que a filha do secretário tenha
sido inserida, segundo ele próprio, na hora que apareceu vaga porque alguém
subiu de renda”, disse.
O dirigente
do PSOL também alertou para eventuais responsabilidades da própria filha de
Alexandre Urquiza. “Se a "inclusão automática" da filha de Urquiza no
Bolsa Família, ocorreu porque ela tenha fornecido informações improcedentes ao
programa, ela precisa responder por isso”, finalizou.
Assessoria
primeiro prefeito psolista
Sete anos após fundação, PSOL mira sua primeira prefeitura
Segundo última pesquisa do Ibope, Edmilson Rodrigues tem 47% das intenções de voto

Edmilson Rodrigues abraça eleitora em BelémFACEBOOK / DIVULGAÇÃO
SÃO PAULO - Criado há sete anos, o PSOL participa de sua quarta eleição disputando 350 prefeituras e com chance de ganhar em Belém, segundo pesquisas de intenções de voto. A última sondagem feita pelo Ibope mostrava o candidato da legenda, Edmilson Rodrigues, com 47% da preferência na capital paraense. O adversário mais próximo, o deputado federal José Príante (PMDB), tem 16%. No Congresso Nacional, o PSOL ficou marcado pelas posições firmes de oposição. Se vencer no Pará, terá o seu primeiro telhado de vidro. O partido, que nasceu com militantes expulsos do PT, encampou lutas contra o governo Dilma Rousseff e membros do Legislativo, como as ações contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), e, mais recentemente, contra o ex-senador Demóstenes Torres.
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Quem pode levar o PSOL ao governo é o arquiteto Edmilson Rodrigues, que governou a cidade de Belém por dois mandatos, entre 1997 e 2004, quando ainda estava no PT. Atualmente, Rodrigues enfrenta uma denúncia do Ministério Público Federal que o acusa de não prestar contas na área de saúde e de não estruturar corretamente equipes do programa Saúde da Família na cidade.
Segundo a assessoria de Rodrigues, houve atraso no repasse do Fundo Nacional de Saúde, o que impossibilitou o repasse para alguns hospitais. Rodrigues diz que quando notificado, prestará os esclarecimentos à justiça.
Agora no PSOL, Rodrigues não abandona o discurso a favor dos mais pobres.
- Fizemos um governo voltado aos mais carentes, para aqueles que mais precisam do governo. Por isso essa nossa aceitação - diz Edmilson, que conta com pouco mais de um minuto de propaganda na televisão e enfrenta adversários apoiados por pesos pesados da política paraense, como o governador Simão Jatene (PSDB) e o senador Jader Barbalho (PMDB). Para tentar aplacar a popularidade de Rodrigues, os concorrentes dizem que ele é um candidato “isolado”, que não teria apoio do governo estadual ou do governo federal.
A proximidade com o governo Dilma é inclusive um trunfo usado pelo vice-líder nas pesquisas, José Príante, embora o PT tenha Alfredo Costa como candidato na cidade. O petista tem 5% das intenções de voto, o pior desempenho do PT em Belém desde 1985.
— Tenho uma relação afetiva com a militância do PT. Muitos membros do partido me dizem: sou PT, mas meu candidato é você — diz Rodrigues.
Apesar do apoio da militância, a cúpula petista no estado, ligada a ex-governadora Ana Júlia, não vê com bons olhos a candidatura do ex-aliado. Em eventual segundo turno, PT e PSOL devem ficar em fileiras diferentes. O isolamento e o radicalismo ideológico, citados pelos adversários, não o incomodam.
—Tem vereadores de todos os partidos me apoiando. Não posso citar nomes para não complicá-los com a base dos seus partidos — diz ele.
A eventual vitória de Edmilson é celebrada pelo presidente nacional do PSOL, deputado Ivan Valente. Segundo ele, o partido precisa passar por cargos executivos municipais para se aproximar do eleitorado e, então, pensar em voos mais altos, como as eleições estaduais e até para a Presidência.
—Vamos ter de governar. E a melhor forma de começar isso é com a experiência do Rodrigues. Ele tem experiência, tem visão de governabilidade e saberá lidar com a Câmara Municipal — diz Valente, que ainda avalia a campanha do PSOL no Rio de Janeiro como exemplo de entusiasmo da militância.
— O entusiasmo com a campanha do Marcelo Freixo só é comparável à campanha do Lula em 89.
As comparações com o PT, no entanto, param por aí. Valente descarta que o partido siga o caminho de pragmatismo político, com uma guinada rumo ao centro, como teria feito o PT, segundo os psolistas.
— Se fosse assim era mais fácil ter ficado no PT. Nós nos afastamos disso e preferimos seguir um caminho ideológico. Vamos governar sem fazer concessões de nossos princípios.
Rodrigues, por sua vez, repete o discurso de esquerda e afirma que o partido ainda irá lutar pela Presidência, para fazer um 'governo democrático, ecosocialista e que garantiria a soberania popular'.
— O PSOL vai comandar essa revolução, se Deus quiser.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/sete-anos-apos-fundacao-psol-mira-sua-primeira-prefeitura-6156145#ixzz27dUOPzA9
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domingo, 9 de setembro de 2012
PSOL NOS BAIRROS JP: poluição
PSOL NOS BAIRROS JP: poluição: Candidato a vereador rejeita campanhas das carreatas e diz que essa estratégia não é ‘nada educativo’ 09-09-12 O candidato a vereado...
poluição
Candidato a
vereador rejeita campanhas das carreatas e diz que essa estratégia não é ‘nada
educativo’
09-09-12
O candidato a vereador pelo PSOL, Marcos Dias,
anunciou hoje pela manhã que rejeita as campanhas eleitorais por meio de
carreatas e lamentou que vários candidatos a uma vaga na Câmara Municipal de
João Pessoa estejam invadindo o bairro de Valentina com o aparato das carreatas.
“São alguns candidatos do bairro e outros que são
de outras localidades.Todos estão se
concentrando-se em determinados pontos do bairro, prontos para fazerem
carreatas”, registrou o professor Marcos Dias
em seu mural no Facebook.
Ao explicar por que rejeita as carretas, o
candidato a vereador do PSOL, Marcos Dias, apontou a questão ambiental e o
sossego das pessoas. Ele disse que é lamentável que essa estratégia de campanha
esteja sendo usada, pois, é altamente nociva ao meio ambiente, afetando
principalmente as pessoas, com a poluição sonora, poluição do ar.
“Essas carretas são feita por meio de veículos
automotivos que jogam na atmosfera gases poluente, etc. Por isso, acho que
carreatas são lamentáveis,além de não serem nada educativo, posto que se tenta
convencer o eleitor através da demonstração de força e poder”, observou.
Marcos Dias ainda usou a rede social Facebook para
revelar uma de suas diferenças em relação aos concorrentes que se especializam
em carretas. Ele disse que sua campanha se diferencia pela atitude presencial
do candidato e apoiadores, no corpo a corpo, interagindo com a comunidade.
“Nossa campanha busca o apoio do eleitor pelo convencimento das propostas,
projetos, na força da palavra, do argumento — situação que a força das
carreatas não vivencia”, afirmou.
“Pelo que me parece não existe nestes candidatos
que promovem este tipo de evento (carreatas), o compromisso desse diálogo com a
comunidade.
Ao encerrar seu protesto às carreatas, Marcos Dias disse: Vote consciente, vote em Marcos Dias,50000.
Ao encerrar seu protesto às carreatas, Marcos Dias disse: Vote consciente, vote em Marcos Dias,50000.
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